Cosmólogo/Cosmóloga
Lente de função
Os cosmólogos centram-se no estudo do universo no seu conjunto, constituído pela sua origem, evolução e destino final. Utilizam ferramentas e instrumentos científicos para observar e estudar outras galáxias e objetos astronómicos, tais como estrelas, buracos negros, planetas e outros corpos celestes.
O dia a dia de um/a Cosmólogo/Cosmóloga envolve a análise de dados complexos provenientes de observações astronómicas, o desenvolvimento de modelos teóricos para explicar fenômenos cósmicos e a participação em projetos de pesquisa colaborativos. A investigação pode ser realizada em laboratórios, observatórios ou através de simulações computacionais, exigindo um alto grau de rigor científico e capacidade de resolução de problemas.
- • Analisar dados de telescópios e outros instrumentos astronómicos.
- • Desenvolver e testar modelos teóricos sobre a formação e evolução do universo.
- • Participar em projetos de pesquisa colaborativos com outros cientistas.
Onde esta profissão tem procura
Escassez e excedente de mão de obra comunicados, por ano. Publicado para grupos profissionais, não para títulos de emprego individuais.
Cor mais intensa: comunicado da mesma forma em mais anos consecutivos.
Os números abrangem Especialistas das ciências e engenharia — 274 profissões, incluindo esta.
Com escassez: Denmark, Italy, Latvia, Luxembourg.
Escassez mais prolongada: Luxembourg, 4 anos.
Selecione um território no mapa para ver os seus números.
Sobre esta fonte›
Fonte: ELA/EURES, escassez e excedente de mão de obra. Os dados são publicados ao nível do grupo profissional e abrangem a Europa. As edições diferem na estrutura do anexo e nos países abrangidos, pelo que uma diferença entre anos nem sempre significa que o mercado de trabalho mudou. Os países a cinzento não foram comunicados, o que não é o mesmo que estar em equilíbrio.
What these words mean
The four things this section reports
- Reported demand
- Whether employers report needing people in this job — a judgement published by a national or EU body, not a count.
- Where it is heading
- Which way employment in this job is expected to move over the coming years, from an official projection.
- Openings
- Roughly how many openings arise — from growth and from people leaving the job.
- Typical pay
- What people in this job typically earn where the source publishes it. Blank does not mean unpaid; it means nobody publishes it for that place.
A measure is left out when nobody publishes it for that place, rather than shown as zero.
Which way the market leans for you
- In your favour
- More openings than people looking — employers are competing for candidates.
- Balanced
- Openings and candidates are roughly matched.
- Competitive
- More people looking than openings — expect to compete.
- Mixed evidence
- Sources disagree, or the same occupation group is short in one part and oversupplied in another.
Every source resolves to one of these four, so there is a single vocabulary to learn. What differs is the evidence behind it, which is printed underneath each verdict — a measured ratio of openings to jobseekers, or an assessment published by a national body.
How this job compares with other jobs in the same country
- Strong
- Among the strongest in that country
- Good
- Stronger than most jobs in that country
- Mixed
- About typical for that country
- Weak
- Weaker than most jobs in that country
This is a rank within one country, not a score you can carry across borders — the registers behind two countries count different people, so the same number means different things in each. It is also why a job can be among the strongest in a country and still show as Competitive: it leads the field in a market that is crowded overall.
Where these come from
Every figure is published by a national statistics office, a public employment service or an EU body, and each card names its source and the period it covers. Some places are counted monthly, others assessed once or twice a year, so two places on the same map can be describing different moments — the date is always shown.
None of this predicts one person's chances. It describes a market.
Explorar mais
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Cosmólogo/Cosmóloga caberia em você?
Responda três perguntas rápidas. Esta não é uma avaliação completa – é um teaser para ajudá-lo a decidir se deve comparar seu perfil.
Você gosta de tarefas que exigem Pensamento analítico?
Você gosta de tarefas que exigem Variedade?
Você gosta de tarefas que exigem Conquista/Esforço?
Perspectiva futura para Cosmólogo/Cosmóloga
The outlook for Cosmólogo/Cosmóloga reflects a balanced mix of automation exposure and durable, human-led work.
Como estas pontuações são calculadas?
O Índice de Resiliência (0–100) estima o quão estruturalmente protegida está esta ocupação contra automação e disrupção de IA, com base em análise ao nível de tarefas. Pontuações mais altas significam mais tarefas que dependem de julgamento humano. A Exposição à IA mostra o percentual estimado de horas de tarefas que as capacidades de IA atuais poderiam afetar. São indicadores estruturais derivados do modelo, não previsões sobre segurança no emprego individual.
Como Cosmólogo/Cosmóloga poderia mudar à medida que a adoção da IA cresce?
É provável que este papel mude gradualmente, com a IA a apoiar tarefas selecionadas em vez de substituir toda a ocupação.
Cenário ilustrativo baseado na automatização de tarefas — não é uma previsão. Os valores são arredondados quanto mais à frente se olha.
É provável que este papel mude gradualmente, com a IA a apoiar tarefas selecionadas em vez de substituir toda a ocupação.
Cenário ilustrativo baseado na automatização de tarefas — não é uma previsão. Os valores são arredondados quanto mais à frente se olha.
Como a IA pode mudar esse papel
Interpretação determinística e baseada em modelos dos sinais de papel atuais – não uma garantia de substituição.
O que ainda depende das pessoas
- interagir profissionalmente em contextos de investigação e profissionais
- avaliar atividades de investigação
- gerir direitos de propriedade intelectual
Onde a IA pode se tornar um copiloto
- analisar dados científicos
- observar objetos celestes
- analisar imagens de telescópio
Tarefas mais expostas à automação
- recolher dados experimentais
- sintetizar informações
- solicitar financiamento para investigação
Sinais vitais e vetores de IA
Vetores de exposição de IA
0-100%Exposição a análise assistida por IA, reconhecimento de padrões e tarefas de modelagem preditiva
Exposição a geração de conteúdo, aumento criativo e ferramentas de grandes modelos de linguagem
Exposição a automação física, robótica e deslocamento de tarefas conduzido por sensores
Exposição a automação de fluxo de trabalho, software de suporte à decisão e digitalização de processos
Detalhes técnicos
O NexFuture v3.0 estima a exposição à automação diretamente a partir dos grupos de competências essenciais da ESCO, ponderada pela massa de competências e calibrada em relação a âncoras de especialistas. As pontuações são estimativas probabilísticas, não garantias. Consulte o White Paper de Metodologia do NexFuture para todos os detalhes.
Mede a exposição à automação. Não mede o salário, a procura nem quantos empregos existem perto de si.
O que as pessoas nesta função geralmente fazem
Energia e recursos naturais
Um dia típico como Cosmólogo/Cosmóloga
09 09:00 · Manhã definir corpos celestes
10 10:30 · Meio da manhã gerir direitos de propriedade intelectual
12 12:00 · Meio-dia observar objetos celestes
14 14:00 · Tarde programar software de código-fonte aberto
15 15:30 · Final de tarde analisar dados científicos
17 17:00 · Conclusão analisar imagens de telescópio
A ordem das tarefas é ilustrativa. Os dias individuais variam.
O que você precisa para fazer este trabalho
As habilidades, os conhecimentos e as ferramentas exigidos por esta função — e os traços e benefícios que vêm com ela.
-
efetuar investigações científicas em observatórios
Fazer investigação num edifício equipado para a observação de fenómenos naturais, especialmente no que diz respeito a corpos celestes.
-
gerir dados acessíveis e fáceis de encontrar, interoperáveis e reutilizáveis
Produzir, descrever, armazenar, preservar e (re)utilizar dados científicos baseados nos princípios FAIR (fáceis de encontrar, acessíveis, interoperáveis e reutilizáveis), tornando os dados tão abertos quanto possível e tão fechados quanto necessário.
-
realizar investigações científicas
Participar na conceção ou na geração de novos conhecimentos, formulando perguntas, investigando, aperfeiçoando ou desenvolvendo conceitos, teorias, modelos, técnicas, instrumentação, software ou métodos operacionais, e utilizando técnicas e métodos científicos.
-
aplicar métodos científicos
Aplicar métodos e técnicas científicos para investigar fenómenos, adquirindo novos conhecimentos ou corrigindo e integrando conhecimentos anteriores.
-
aplicar princípios éticos e de integridade científica nas atividades de investigação
Aplicar a legislação e os princípios éticos fundamentais à investigação científica, incluindo questões de integridade da investigação. Realizar investigação e rever ou comunicar os seus resultados evitando condutas incorretas, tais como a fabricação de factos, a falsificação e o plágio.
-
promover a inovação aberta na investigação
Promover colaborações integradas em que as diferentes partes interessadas geram, em conjunto, inovações de valor partilhado.
-
integrar a dimensão do género na investigação
Ter em conta, em todo o processo de investigação, as características biológicas e a evolução das características sociais e culturais das mulheres e dos homens (género).
-
realizar atividades de investigação em várias disciplinas
Realizar atividades de investigação que cruzam as fronteiras disciplinares e funcionais.
-
promover a participação do público na investigação
Colaborar com o público na conceção e na realização de atividades de investigação e na difusão dos seus resultados.
-
redigir textos científicos ou académicos e documentação técnica
Redigir e editar textos científicos, académicos ou técnicos sobre diferentes matérias.
-
divulgar os resultados à comunidade científica
Divulgar publicamente os resultados científicos por qualquer meio adequado, incluindo conferências, workshops, colóquios e publicações científicas.
-
redigir relatórios relacionados com o trabalho
Elaborar relatórios relacionados com o trabalho que sustentem uma gestão eficaz das relações e um elevado nível de documentação e manutenção de registos. Redigir e apresentar resultados e conclusões de forma clara e inteligível, para que sejam compreensíveis para um público não especializado.
-
publicar investigações académicas
Realizar investigação académica, numa universidade, num estabelecimento de ensino superior ou por conta própria, no seu domínio de especialização e publicá-la em livros ou revistas académicas, com o objetivo de contribuir para a sua área de intervenção e obter acreditação académica pessoal.
-
redigir publicações científicas
Apresentar a hipótese, resultados e conclusões da sua investigação científica no seu domínio de competências numa publicação profissional.
-
analisar dados científicos
Recolher e analisar dados científicos resultantes da investigação. Interpretar esses dados de acordo com determinadas normas e pontos de vista, a fim de os comentar.
-
observar objetos celestes
Estudar as posições relativas e os movimentos das estrelas e dos planetas, utilizando e interpretando os dados fornecidos por programas informáticos e publicações especializados, tais como efemérides.
-
analisar imagens de telescópio
Examinar imagens recolhidas por telescópios, a fim de estudar fenómenos e objetos localizados fora da atmosfera terrestre.
-
recolher dados experimentais
Recolher dados resultantes da aplicação de métodos científicos, tais como métodos de ensaio, conceção ou medições experimentais.
-
sintetizar informações
Ler, interpretar e sintetizar de forma crítica informações novas e complexas provenientes de diversas fontes.
-
gerir dados de investigação
Produzir e analisar dados científicos recolhidos a partir de métodos de investigação qualitativos e quantitativos. Armazenar e guardar os dados em bases de dados de investigação. Favorecer a reutilização de dados científicos e conhecer os princípios de gestão de dados abertos.
-
interagir profissionalmente em contextos de investigação e profissionais
Demonstrar respeito e consideração por terceiros. Escutar, dar e receber feedback e responder aos outros num espírito de compreensão, passando também pela supervisão e pela liderança do pessoal num contexto profissional.
-
programar software de código-fonte aberto
Programar e produzir software de código-fonte aberto. Conhecer os principais modelos de código-fonte aberto, regimes de licenciamento e práticas de codificação comummente adotadas na produção de software de código-fonte aberto.
-
falar várias línguas
Dominar línguas estrangeiras para poder comunicar numa ou mais línguas estrangeiras.
-
avaliar atividades de investigação
Avaliar os progressos, o impacto e os resultados de outros investigadores.
-
demonstrar conhecimentos especializados numa determinada disciplina
Demonstrar conhecimentos profundos e uma compreensão complexa de um domínio de investigação específico, incluindo em termos de investigação responsável, ética da investigação e princípios de integridade científica, privacidade e requisitos do RGPD, em relação com atividades de investigação no âmbito de uma disciplina específica.
computação quântica
Ramo da informática que segue os princípios da teoria quântica. Utiliza partículas subatómicas que podem existir em mais do que um estado graças a bits quânticos ( qubits).
física computacional
Domínio interdisciplinar entre a física, a matemática aplicada e a informática. Refere-se à utilização de fórmulas de física e algoritmos numéricos para fazer cálculos em grande escala.
mecânica quântica
O domínio de investigação relativo ao estudo dos átomos e dos fotões, a fim de quantificar estas partículas.
ótica quântica
O domínio da física que combina a teoria da área quântica e a ótica física.
supercomputação
Processo de tratamento de problemas complexos relacionados com dados através de vários computadores a trabalhar em paralelo (ou seja, um supercomputador). Utiliza-se em vários domínios, como a mecânica quântica, a modelação molecular, a aerodinâmica e a investigação sobre fusão nuclear.
tecnologia quântica
Tecnologia que funciona através dos princípios da mecânica quântica, como o entrelaçamento quântico e a sobreposição quântica.
- astronomia
- engenharia aeroespacial
- estatística
- física
- literatura científica
- matemática
Veja se esta função se adapta ao seu DNA de carreira
Faça a avaliação gratuita de DNA de carreira para ver como Cosmólogo/Cosmóloga se alinha com seus interesses, estilo de trabalho e caminho futuro. Em menos de 10 minutos, você receberá um sinal de ajuste personalizado e um roteiro sobre o que fazer a seguir.
Cosmólogo: como se qualificar e onde estudar
O que normalmente é necessário para se qualificar: nível de escolaridade, onde é uma profissão regulamentada e onde estudar.
Licenciatura ou equivalente
Programas reais que levam a esta ocupação, por país.
Master's Programme in Physics - Theoretical Physics: Quantum Fields and Strings
Master´s Programme in Physics, specialisation Particles and Cosmos
Master's Programme in Physics - Theoretical Physics: Quantum Fields and Strings
MSc in Astrophysics and Relativity
Astronomy
Caminhos de crescimento e funções semelhantes
Explore planos de carreira típicos, competências adjacentes e funções semelhantes para planear a sua próxima transição.
Onde Cosmólogo/Cosmóloga se encaixa?
Pontuações de similaridade baseadas na sobreposição de habilidades dos dados da ESCO.
Perguntas frequentes
- Quais são as habilidades mais importantes para um/a Cosmólogo/Cosmóloga?
- Além de um sólido conhecimento em física e matemática, são essenciais habilidades analíticas, capacidade de programação (para análise de dados e simulações), pensamento crítico e a capacidade de comunicar ideias complexas de forma clara e concisa.
- Quais são os tipos de observatórios ou instituições onde um/a Cosmólogo/Cosmóloga pode trabalhar?
- Cosmólogos/Cosmólogas podem encontrar oportunidades em universidades, institutos de pesquisa astronómica (como o Observatório Europeu do Sul - ESO), agências espaciais (como a Agência Espacial Europeia - ESA) e laboratórios nacionais de pesquisa.
- Como a pesquisa em cosmologia contribui para o avanço da ciência?
- A cosmologia busca responder a questões fundamentais sobre a natureza do universo, como sua idade, composição e destino. Essa pesquisa impulsiona o desenvolvimento de novas tecnologias, aprimora nossa compreensão das leis da física e expande nosso conhecimento sobre o nosso lugar no cosmos.
- Cosmólogo/Cosmóloga — há escassez na Europa?
- Ambas, consoante o país. Dos 8 países europeus que avaliaram este grupo profissional em 2025, 4 comunicaram escassez e 4 excedente. Estas avaliações são publicadas por grupo profissional e não por designação de posto.
- Cosmólogo/Cosmóloga — quanto se ganha nos Estados Unidos?
- 132 170 dólares por ano na mediana, a 2025-05. As medianas estaduais vão de 102 000 a 132 620 dólares. Fonte: US Bureau of Labor Statistics. O valor diz respeito aos Estados Unidos e não é uma projeção para a Europa.
Fontes: ESCO O*NET ELA/EURES Cedefop BLS Dados atualizados em 20 de setembro de 2026 Sobre nossos dados