Investigador em Ciências da Educação/Investigadora em Ciências da Educação
Fatos-chave
Os investigadores em Ciências da Educação realizam investigação no domínio da educação. Procuram alargar os conhecimentos sobre a forma como os processos de ensino, os sistemas educativos e os indivíduos (professores e alunos) trabalham. Preveem áreas de melhoria e elaboram planos para a implementação de inovações. Aconselham os legisladores e os decisores políticos sobre questões educativas e prestam assistência no planeamento das políticas educativas.
O Investigador em Ciências da Educação/A Investigadora em Ciências da Educação dedica-se a aprofundar a compreensão dos processos de ensino, sistemas educativos e do desenvolvimento de professores e alunos. Através de investigação rigorosa, identifica áreas de melhoria, propõe soluções inovadoras e colabora com decisores políticos para a formulação de políticas educativas eficazes. O trabalho envolve desde a conceção e implementação de estudos até à análise de dados e à disseminação de resultados para a comunidade educativa.
- • Conduzir investigação original no domínio da educação, utilizando metodologias quantitativas e qualitativas.
- • Analisar dados e interpretar resultados para identificar tendências, desafios e oportunidades de melhoria nos sistemas educativos.
- • Elaborar relatórios de investigação, artigos científicos e apresentações para comunicar os resultados a diferentes públicos.
Onde esta profissão tem procura
Escassez e excedente de mão de obra comunicados, por ano. Publicado para grupos profissionais, não para títulos de emprego individuais.
Cor mais intensa: comunicado da mesma forma em mais anos consecutivos.
Os números abrangem Professores — 131 profissões, incluindo esta.
Com escassez: Italy, Latvia, Sweden.
Escassez mais prolongada: Belgium, 3 anos.
Selecione um território no mapa para ver os seus números.
Sobre esta fonte›
Fonte: ELA/EURES, escassez e excedente de mão de obra. Os dados são publicados ao nível do grupo profissional e abrangem a Europa. As edições diferem na estrutura do anexo e nos países abrangidos, pelo que uma diferença entre anos nem sempre significa que o mercado de trabalho mudou. Os países a cinzento não foram comunicados, o que não é o mesmo que estar em equilíbrio.
What these words mean
The four things this section reports
- Reported demand
- Whether employers report needing people in this job — a judgement published by a national or EU body, not a count.
- Where it is heading
- Which way employment in this job is expected to move over the coming years, from an official projection.
- Openings
- Roughly how many openings arise — from growth and from people leaving the job.
- Typical pay
- What people in this job typically earn where the source publishes it. Blank does not mean unpaid; it means nobody publishes it for that place.
A measure is left out when nobody publishes it for that place, rather than shown as zero.
Which way the market leans for you
- In your favour
- More openings than people looking — employers are competing for candidates.
- Balanced
- Openings and candidates are roughly matched.
- Competitive
- More people looking than openings — expect to compete.
- Mixed evidence
- Sources disagree, or the same occupation group is short in one part and oversupplied in another.
Every source resolves to one of these four, so there is a single vocabulary to learn. What differs is the evidence behind it, which is printed underneath each verdict — a measured ratio of openings to jobseekers, or an assessment published by a national body.
How this job compares with other jobs in the same country
- Strong
- Among the strongest in that country
- Good
- Stronger than most jobs in that country
- Mixed
- About typical for that country
- Weak
- Weaker than most jobs in that country
This is a rank within one country, not a score you can carry across borders — the registers behind two countries count different people, so the same number means different things in each. It is also why a job can be among the strongest in a country and still show as Competitive: it leads the field in a market that is crowded overall.
Where these come from
Every figure is published by a national statistics office, a public employment service or an EU body, and each card names its source and the period it covers. Some places are counted monthly, others assessed once or twice a year, so two places on the same map can be describing different moments — the date is always shown.
None of this predicts one person's chances. It describes a market.
Explorar mais
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Investigador em Ciências da Educação/Investigadora em Ciências da Educação caberia em você?
Responda três perguntas rápidas. Esta não é uma avaliação completa – é um teaser para ajudá-lo a decidir se deve comparar seu perfil.
Você gosta de tarefas que exigem Conquista?
Você gosta de tarefas que exigem Conquista/Esforço?
Você gosta de tarefas que exigem Integridade?
Perspectiva futura para Investigador em Ciências da Educação/Investigadora em Ciências da Educação
The outlook for Investigador em Ciências da Educação/Investigadora em Ciências da Educação reflects a balanced mix of automation exposure and durable, human-led work.
Como estas pontuações são calculadas?
O Índice de Resiliência (0–100) estima o quão estruturalmente protegida está esta ocupação contra automação e disrupção de IA, com base em análise ao nível de tarefas. Pontuações mais altas significam mais tarefas que dependem de julgamento humano. A Exposição à IA mostra o percentual estimado de horas de tarefas que as capacidades de IA atuais poderiam afetar. São indicadores estruturais derivados do modelo, não previsões sobre segurança no emprego individual.
Como Investigador em Ciências da Educação/Investigadora em Ciências da Educação poderia mudar à medida que a adoção da IA cresce?
É provável que este papel mude gradualmente, com a IA a apoiar tarefas selecionadas em vez de substituir toda a ocupação.
Cenário ilustrativo baseado na automatização de tarefas — não é uma previsão. Os valores são arredondados quanto mais à frente se olha.
É provável que este papel mude gradualmente, com a IA a apoiar tarefas selecionadas em vez de substituir toda a ocupação.
Cenário ilustrativo baseado na automatização de tarefas — não é uma previsão. Os valores são arredondados quanto mais à frente se olha.
Como a IA pode mudar esse papel
Interpretação determinística e baseada em modelos dos sinais de papel atuais – não uma garantia de substituição.
O que ainda depende das pessoas
- interagir profissionalmente em contextos de investigação e profissionais
- avaliar atividades de investigação
- colaborar com profissionais da educação
Onde a IA pode se tornar um copiloto
- avaliar programas educativos
- analisar o sistema educativo
- gerir publicações em acesso aberto
Tarefas mais expostas à automação
- consultar fontes de informação
- sintetizar informações
- solicitar financiamento para investigação
Sinais vitais e vetores de IA
Vetores de exposição de IA
0-100%Exposição a análise assistida por IA, reconhecimento de padrões e tarefas de modelagem preditiva
Exposição a geração de conteúdo, aumento criativo e ferramentas de grandes modelos de linguagem
Exposição a automação de fluxo de trabalho, software de suporte à decisão e digitalização de processos
Exposição a automação física, robótica e deslocamento de tarefas conduzido por sensores
Detalhes técnicos
O NexFuture v3.0 estima a exposição à automação diretamente a partir dos grupos de competências essenciais da ESCO, ponderada pela massa de competências e calibrada em relação a âncoras de especialistas. As pontuações são estimativas probabilísticas, não garantias. Consulte o White Paper de Metodologia do NexFuture para todos os detalhes.
Mede a exposição à automação. Não mede o salário, a procura nem quantos empregos existem perto de si.
O que as pessoas nesta função geralmente fazem
Educação
Um dia típico como Investigador em Ciências da Educação/Investigadora em Ciências da Educação
09 09:00 · Manhã gerir direitos de propriedade intelectual
10 10:30 · Meio da manhã programar software de código-fonte aberto
12 12:00 · Meio-dia acompanhar as políticas educativas
14 14:00 · Tarde aconselhar sobre desenvolvimento de programas curriculares
15 15:30 · Final de tarde analisar o sistema educativo
17 17:00 · Conclusão aplicar métodos científicos
A ordem das tarefas é ilustrativa. Os dias individuais variam.
O que você precisa para fazer este trabalho
As habilidades, os conhecimentos e as ferramentas exigidos por esta função — e os traços e benefícios que vêm com ela.
-
gerir dados acessíveis e fáceis de encontrar, interoperáveis e reutilizáveis
Produzir, descrever, armazenar, preservar e (re)utilizar dados científicos baseados nos princípios FAIR (fáceis de encontrar, acessíveis, interoperáveis e reutilizáveis), tornando os dados tão abertos quanto possível e tão fechados quanto necessário.
-
realizar investigações científicas
Participar na conceção ou na geração de novos conhecimentos, formulando perguntas, investigando, aperfeiçoando ou desenvolvendo conceitos, teorias, modelos, técnicas, instrumentação, software ou métodos operacionais, e utilizando técnicas e métodos científicos.
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aplicar métodos científicos
Aplicar métodos e técnicas científicos para investigar fenómenos, adquirindo novos conhecimentos ou corrigindo e integrando conhecimentos anteriores.
-
aplicar princípios éticos e de integridade científica nas atividades de investigação
Aplicar a legislação e os princípios éticos fundamentais à investigação científica, incluindo questões de integridade da investigação. Realizar investigação e rever ou comunicar os seus resultados evitando condutas incorretas, tais como a fabricação de factos, a falsificação e o plágio.
-
promover a inovação aberta na investigação
Promover colaborações integradas em que as diferentes partes interessadas geram, em conjunto, inovações de valor partilhado.
-
integrar a dimensão do género na investigação
Ter em conta, em todo o processo de investigação, as características biológicas e a evolução das características sociais e culturais das mulheres e dos homens (género).
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realizar atividades de investigação em várias disciplinas
Realizar atividades de investigação que cruzam as fronteiras disciplinares e funcionais.
-
realizar investigação qualitativa
Recolher informações pertinentes através da aplicação de métodos sistemáticos, tais como entrevistas, grupos de reflexão, análises de texto, observações e estudos de casos.
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promover a participação do público na investigação
Colaborar com o público na conceção e na realização de atividades de investigação e na difusão dos seus resultados.
-
redigir textos científicos ou académicos e documentação técnica
Redigir e editar textos científicos, académicos ou técnicos sobre diferentes matérias.
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divulgar os resultados à comunidade científica
Divulgar publicamente os resultados científicos por qualquer meio adequado, incluindo conferências, workshops, colóquios e publicações científicas.
-
redigir relatórios relacionados com o trabalho
Elaborar relatórios relacionados com o trabalho que sustentem uma gestão eficaz das relações e um elevado nível de documentação e manutenção de registos. Redigir e apresentar resultados e conclusões de forma clara e inteligível, para que sejam compreensíveis para um público não especializado.
-
publicar investigações académicas
Realizar investigação académica, numa universidade, num estabelecimento de ensino superior ou por conta própria, no seu domínio de especialização e publicá-la em livros ou revistas académicas, com o objetivo de contribuir para a sua área de intervenção e obter acreditação académica pessoal.
-
redigir publicações científicas
Apresentar a hipótese, resultados e conclusões da sua investigação científica no seu domínio de competências numa publicação profissional.
-
colaborar com profissionais da educação
Comunicar com professores ou outros profissionais da educação para identificar necessidades e áreas de melhoria nos sistemas educativos e estabelecer uma relação de colaboração.
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desenvolver uma rede profissional com investigadores e cientistas
Desenvolver alianças, contactos ou parcerias e trocar informações com terceiros. Promover colaborações integradas e abertas em que as diferentes partes interessadas geram, em conjunto, inovações e investigação de valor partilhado. Desenvolver o perfil pessoal ou marca própria, dar-se a conhecer e mostrar-se acessível em ambientes de networking presenciais e em linha.
-
avaliar programas educativos
Avaliar programas de formação em curso e prestar aconselhamento sobre a potencial otimização.
-
analisar o sistema educativo
Analisar vários aspetos do sistema escolar e educativo, tais como a relação entre a origem cultural dos alunos e as respetivas oportunidades educativas, os programas de aprendizagem em contexto de trabalho ou os objetivos da educação de adultos, a fim de fazer recomendações aos profissionais da educação e aos decisores políticos.
-
gerir os conhecimentos para maximizar o impacto das políticas
Aumentar o impacto e a utilização dos resultados da investigação nas políticas, assegurando que os factos mais úteis são comunicados e compreendidos em tempo útil para que sejam tidos em conta pelos decisores ao longo de todo o ciclo de elaboração de políticas.
-
apresentar relatórios
Apresentar resultados, estatísticas e conclusões de forma transparente e simples a um público.
-
consultar fontes de informação
Consultar fontes de informação relevantes para se inspirar, para se informar sobre determinados assuntos e para adquirir informações de base.
-
sintetizar informações
Ler, interpretar e sintetizar de forma crítica informações novas e complexas provenientes de diversas fontes.
-
gerir o desenvolvimento profissional pessoal
Assumir a responsabilidade pela aprendizagem ao longo da vida e pelo desenvolvimento profissional contínuo. Participar em programas de aprendizagem para adquirir e aperfeiçoar competências profissionais. Identificar os domínios prioritários para o desenvolvimento profissional, com base numa reflexão sobre práticas próprias e através do contacto com os seus pares e as partes interessadas.
-
desenvolver um conceito pedagógico
Desenvolver um conceito específico que descreva os princípios educativos em que se baseia a organização, bem como os valores e padrões de comportamento que defende.
-
gerir dados de investigação
Produzir e analisar dados científicos recolhidos a partir de métodos de investigação qualitativos e quantitativos. Armazenar e guardar os dados em bases de dados de investigação. Favorecer a reutilização de dados científicos e conhecer os princípios de gestão de dados abertos.
-
aconselhar sobre desenvolvimento de programas curriculares
Aconselhar os profissionais e os funcionários em matéria de educação sobre o desenvolvimento de novos currículos ou alterações nos programas curriculares existentes.
-
interagir profissionalmente em contextos de investigação e profissionais
Demonstrar respeito e consideração por terceiros. Escutar, dar e receber feedback e responder aos outros num espírito de compreensão, passando também pela supervisão e pela liderança do pessoal num contexto profissional.
gestão de projetos
A disciplina que consiste na gestão de projetos, nas atividades que compõem esta área e nas variáveis nela implícitas, como tempo, os recursos, os requisitos, os prazos e a resposta a acontecimentos imprevistos.
tecnologias de aprendizagem
Tecnologias e canais, incluindo o digital, para melhorar a aprendizagem.
- conceção de pesquisas
- investigação-ação
- metodologia da investigação científica
- normas curriculares
- objetivos curriculares
- pedagogia
- ensino especial
- métodos de avaliação
- psicologia
- sociologia
Veja se esta função se adapta ao seu DNA de carreira
Faça a avaliação gratuita de DNA de carreira para ver como Investigador em Ciências da Educação/Investigadora em Ciências da Educação se alinha com seus interesses, estilo de trabalho e caminho futuro. Em menos de 10 minutos, você receberá um sinal de ajuste personalizado e um roteiro sobre o que fazer a seguir.
Investigador em Ciências da Educação: como se qualificar e onde estudar
O que normalmente é necessário para se qualificar: nível de escolaridade, onde é uma profissão regulamentada e onde estudar.
Licenciatura ou equivalente
Programas reais que levam a esta ocupação, por país.
Teaching and Learning in Higher Education, Master’s Programme (Two -Year)
Teaching and Learning in Higher Education, Master's Programme (Two -Year)
International Master's Programme in Educational Research
Teaching and Learning in Higher Education, Master's Programme (One -Year)
Teaching and Learning in Higher Education, Master's Programme (One -Year)
Teaching and Learning in Higher Education, Master's Programme (Two -Year)
Teaching and Learning in Higher Education, Master’s Programme (One -Year)
M Educational Theory
Caminhos de crescimento e funções semelhantes
Explore planos de carreira típicos, competências adjacentes e funções semelhantes para planear a sua próxima transição.
Onde Investigador em Ciências da Educação/Investigadora em Ciências da Educação se encaixa?
Pontuações de similaridade baseadas na sobreposição de habilidades dos dados da ESCO.
Teólogo/Teóloga
40% semelhançaEspecialista em ciências comportamentais
40% semelhançaCriminólogo/Criminóloga
40% semelhançaDemógrafo/Demógrafa
39% semelhançaProfessor de Ciências da Educação/Professora de Ciências da Educação
39% semelhançaInvestigador em tanatologia/Investigadora em tanatologia
39% semelhançaPerguntas frequentes
- Quais são as competências mais valorizadas para um Investigador em Ciências da Educação?
- Para além de um sólido conhecimento teórico em Ciências da Educação, são valorizadas competências analíticas, pensamento crítico, capacidade de comunicação eficaz (oral e escrita), domínio de métodos de investigação e a capacidade de trabalhar de forma colaborativa com diferentes stakeholders.
- Como posso contribuir para a formulação de políticas educativas como Investigador?
- Através da produção de investigação baseada em evidências, da participação em grupos de trabalho e comissões consultivas, e da comunicação direta com decisores políticos, fornecendo informações relevantes e recomendações para a melhoria das políticas educativas.
- Existem oportunidades para trabalhar como Investigador em Ciências da Educação em regime de freelancer?
- Sim, embora a maioria dos Investigadores em Ciências da Educação trabalhem em regime de emprego, existem também oportunidades de trabalho como freelancer, nomeadamente em projetos de investigação pontuais, consultoria ou avaliação de programas educativos.
- Investigador Em Ciências Da Educação/Investigadora Em Ciências Da Educação — quanto se ganha nos Estados Unidos?
- 74 720 dólares por ano na mediana, a 2025-05. As medianas estaduais vão de 35 250 a 105 990 dólares. Fonte: US Bureau of Labor Statistics. O valor diz respeito aos Estados Unidos e não é uma projeção para a Europa.
Fontes: ESCO O*NET ELA/EURES Cedefop BLS Dados atualizados em 20 de setembro de 2026 Sobre nossos dados