Criminólogo/Criminóloga
Lente de função
Os criminólogos estudam condições da natureza humana, como os aspetos sociais e psicológicos, passíveis de levar um indivíduo a cometer atos criminosos. Observam e analisam diferentes fatores, desde as condições comportamentais até à origem social e ao ambiente dos suspeitos, a fim de prestarem aconselhamento a organizações sobre a prevenção da criminalidade.
O dia a dia de um/a Criminólogo/Criminóloga envolve a análise aprofundada de dados e informações relacionadas à criminalidade. Isso pode incluir a pesquisa de tendências criminais, a avaliação de programas de prevenção, a elaboração de relatórios e a apresentação de recomendações a organizações governamentais, empresas privadas e outras entidades. A função exige uma combinação de habilidades analíticas, de comunicação e de liderança, com foco na aplicação de teorias criminológicas para resolver problemas práticos.
- • Analisar dados estatísticos e relatórios policiais para identificar padrões e tendências criminais.
- • Realizar pesquisas sobre fatores sociais, psicológicos e ambientais que influenciam o comportamento criminoso.
- • Desenvolver e avaliar programas de prevenção da criminalidade, como iniciativas de policiamento comunitário e programas de reabilitação.
Onde esta profissão tem procura
Escassez e excedente de mão de obra comunicados, por ano. Publicado para grupos profissionais, não para títulos de emprego individuais.
Cor mais intensa: comunicado da mesma forma em mais anos consecutivos.
Os números abrangem Especialistas em assuntos jurídicos, sociais, artísticos e culturais — 186 profissões, incluindo esta.
Com escassez: Denmark, Italy.
Escassez mais prolongada: Italy, 2 anos.
Selecione um território no mapa para ver os seus números.
Sobre esta fonte›
Fonte: ELA/EURES, escassez e excedente de mão de obra. Os dados são publicados ao nível do grupo profissional e abrangem a Europa. As edições diferem na estrutura do anexo e nos países abrangidos, pelo que uma diferença entre anos nem sempre significa que o mercado de trabalho mudou. Os países a cinzento não foram comunicados, o que não é o mesmo que estar em equilíbrio.
What these words mean
The four things this section reports
- Reported demand
- Whether employers report needing people in this job — a judgement published by a national or EU body, not a count.
- Where it is heading
- Which way employment in this job is expected to move over the coming years, from an official projection.
- Openings
- Roughly how many openings arise — from growth and from people leaving the job.
- Typical pay
- What people in this job typically earn where the source publishes it. Blank does not mean unpaid; it means nobody publishes it for that place.
A measure is left out when nobody publishes it for that place, rather than shown as zero.
Which way the market leans for you
- In your favour
- More openings than people looking — employers are competing for candidates.
- Balanced
- Openings and candidates are roughly matched.
- Competitive
- More people looking than openings — expect to compete.
- Mixed evidence
- Sources disagree, or the same occupation group is short in one part and oversupplied in another.
Every source resolves to one of these four, so there is a single vocabulary to learn. What differs is the evidence behind it, which is printed underneath each verdict — a measured ratio of openings to jobseekers, or an assessment published by a national body.
How this job compares with other jobs in the same country
- Strong
- Among the strongest in that country
- Good
- Stronger than most jobs in that country
- Mixed
- About typical for that country
- Weak
- Weaker than most jobs in that country
This is a rank within one country, not a score you can carry across borders — the registers behind two countries count different people, so the same number means different things in each. It is also why a job can be among the strongest in a country and still show as Competitive: it leads the field in a market that is crowded overall.
Where these come from
Every figure is published by a national statistics office, a public employment service or an EU body, and each card names its source and the period it covers. Some places are counted monthly, others assessed once or twice a year, so two places on the same map can be describing different moments — the date is always shown.
None of this predicts one person's chances. It describes a market.
Explorar mais
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Criminólogo/Criminólogacaberia em você?
Responda três perguntas rápidas. Esta não é uma avaliação completa – é um teaser para ajudá-lo a decidir se deve comparar seu perfil.
Você gosta de tarefas que exigemPensamento analítico?
Você gosta de tarefas que exigemVariedade?
Você gosta de tarefas que exigemConquista?
Perspectiva futura para Criminólogo/Criminóloga
The outlook for Criminólogo/Criminóloga reflects a balanced mix of automation exposure and durable, human-led work.
Como estas pontuações são calculadas?
O Índice de Resiliência (0–100) estima o quão estruturalmente protegida está esta ocupação contra automação e disrupção de IA, com base em análise ao nível de tarefas. Pontuações mais altas significam mais tarefas que dependem de julgamento humano. A Exposição à IA mostra o percentual estimado de horas de tarefas que as capacidades de IA atuais poderiam afetar. São indicadores estruturais derivados do modelo, não previsões sobre segurança no emprego individual.
ComoCriminólogo/Criminólogapoderia mudar à medida que a adoção da IA cresce?
É provável que este papel mude gradualmente, com a IA a apoiar tarefas selecionadas em vez de substituir toda a ocupação.
Cenário ilustrativo baseado na automatização de tarefas — não é uma previsão. Os valores são arredondados quanto mais à frente se olha.
ComoCriminólogo/Criminólogapoderia mudar à medida que a adoção da IA cresce?
É provável que este papel mude gradualmente, com a IA a apoiar tarefas selecionadas em vez de substituir toda a ocupação.
Cenário ilustrativo baseado na automatização de tarefas — não é uma previsão. Os valores são arredondados quanto mais à frente se olha.
Como a IA pode mudar esse papel
Interpretação determinística e baseada em modelos dos sinais de papel atuais – não uma garantia de substituição.
O que ainda depende das pessoas
- interagir profissionalmente em contextos de investigação e profissionais
- avaliar atividades de investigação
- gerir direitos de propriedade intelectual
Onde a IA pode se tornar um copiloto
- analisar provas legais
- aplicar técnicas de análise estatística
- analisar atos criminosos
Tarefas mais expostas à automação
- sintetizar informações
- solicitar financiamento para investigação
- gerir dados de investigação
Sinais vitais e vetores de IA
Vetores de exposição de IA
0-100%Exposição a análise assistida por IA, reconhecimento de padrões e tarefas de modelagem preditiva
Exposição a geração de conteúdo, aumento criativo e ferramentas de grandes modelos de linguagem
Exposição a automação de fluxo de trabalho, software de suporte à decisão e digitalização de processos
Exposição a automação física, robótica e deslocamento de tarefas conduzido por sensores
Detalhes técnicos
O NexFuture v3.0 estima a exposição à automação diretamente a partir dos grupos de competências essenciais da ESCO, ponderada pela massa de competências e calibrada em relação a âncoras de especialistas. As pontuações são estimativas probabilísticas, não garantias. Consulte o White Paper de Metodologia do NexFuture para todos os detalhes.
Mede a exposição à automação. Não mede o salário, a procura nem quantos empregos existem perto de si.
O que as pessoas nesta função geralmente fazem
Serviço público e segurança
Um dia típico comoCriminólogo/Criminóloga
09 09:00 · Manhã gerir direitos de propriedade intelectual
10 10:30 · Meio da manhã programar software de código-fonte aberto
12 12:00 · Meio-dia realizar avaliações forenses
14 14:00 · Tarde analisar atos criminosos
15 15:30 · Final de tarde analisar provas legais
17 17:00 · Conclusão aplicar conhecimentos do comportamento humano
A ordem das tarefas é ilustrativa. Os dias individuais variam.
antropologia
Estudo do desenvolvimento e do comportamento dos seres humanos.
psiquiatria forense
Os métodos de psiquiatria aplicados, a organização e as obrigações em matéria de justiça penal e civil.
- conceção de pesquisas
- criminologia
- direito penal
- estatística
- literatura científica
- matemática
- metodologia da investigação científica
- psicologia
- sociologia
-
gerir dados acessíveis e fáceis de encontrar, interoperáveis e reutilizáveis
Produzir, descrever, armazenar, preservar e (re)utilizar dados científicos baseados nos princípios FAIR (fáceis de encontrar, acessíveis, interoperáveis e reutilizáveis), tornando os dados tão abertos quanto possível e tão fechados quanto necessário.
-
realizar investigações científicas
Participar na conceção ou na geração de novos conhecimentos, formulando perguntas, investigando, aperfeiçoando ou desenvolvendo conceitos, teorias, modelos, técnicas, instrumentação, software ou métodos operacionais, e utilizando técnicas e métodos científicos.
-
aplicar métodos científicos
Aplicar métodos e técnicas científicos para investigar fenómenos, adquirindo novos conhecimentos ou corrigindo e integrando conhecimentos anteriores.
-
aplicar princípios éticos e de integridade científica nas atividades de investigação
Aplicar a legislação e os princípios éticos fundamentais à investigação científica, incluindo questões de integridade da investigação. Realizar investigação e rever ou comunicar os seus resultados evitando condutas incorretas, tais como a fabricação de factos, a falsificação e o plágio.
-
promover a inovação aberta na investigação
Promover colaborações integradas em que as diferentes partes interessadas geram, em conjunto, inovações de valor partilhado.
-
integrar a dimensão do género na investigação
Ter em conta, em todo o processo de investigação, as características biológicas e a evolução das características sociais e culturais das mulheres e dos homens (género).
-
realizar atividades de investigação em várias disciplinas
Realizar atividades de investigação que cruzam as fronteiras disciplinares e funcionais.
-
promover a participação do público na investigação
Colaborar com o público na conceção e na realização de atividades de investigação e na difusão dos seus resultados.
-
redigir textos científicos ou académicos e documentação técnica
Redigir e editar textos científicos, académicos ou técnicos sobre diferentes matérias.
-
divulgar os resultados à comunidade científica
Divulgar publicamente os resultados científicos por qualquer meio adequado, incluindo conferências, workshops, colóquios e publicações científicas.
-
publicar investigações académicas
Realizar investigação académica, numa universidade, num estabelecimento de ensino superior ou por conta própria, no seu domínio de especialização e publicá-la em livros ou revistas académicas, com o objetivo de contribuir para a sua área de intervenção e obter acreditação académica pessoal.
-
redigir publicações científicas
Apresentar a hipótese, resultados e conclusões da sua investigação científica no seu domínio de competências numa publicação profissional.
-
analisar provas legais
Analisar os elementos de prova, tais como provas em processos penais, documentação jurídica relativa a um processo ou outra documentação que possa ser considerada como prova, a fim de obter uma imagem clara do processo e chegar a resoluções.
-
aplicar técnicas de análise estatística
Utilizar modelos (estatísticas descritivas ou inferenciais) e técnicas (prospeção de dados ou aprendizagem automática) para análises estatísticas, bem como ferramentas informáticas para análise de dados, deteção de correlações e previsão de tendências.
-
analisar atos criminosos
Analisar atos ilícitos praticados por indivíduos a fim de detetar um padrão de ação, um motivo e características demográficas.
-
realizar avaliações forenses
Participar em avaliações necessárias para atestar a presença ou a gravidade de um doença mental, segundo as exigências de um tribunal penal ou cível.
-
promover a transferência de conhecimentos
Mostrar uma ampla consciência de processos de valorização do conhecimento com o objetivo de maximizar o fluxo bidirecional de tecnologias, propriedade intelectual, conhecimentos especializados e capacidades entre a base de investigação e a indústria ou o setor público.
-
gerir dados de investigação
Produzir e analisar dados científicos recolhidos a partir de métodos de investigação qualitativos e quantitativos. Armazenar e guardar os dados em bases de dados de investigação. Favorecer a reutilização de dados científicos e conhecer os princípios de gestão de dados abertos.
-
utilizar técnicas de processamento de dados
Recolher, tratar e analisar dados e informações pertinentes, armazenar e atualizar adequadamente os dados e representar os valores e dados através de gráficos e diagramas estatísticos.
-
interagir profissionalmente em contextos de investigação e profissionais
Demonstrar respeito e consideração por terceiros. Escutar, dar e receber feedback e responder aos outros num espírito de compreensão, passando também pela supervisão e pela liderança do pessoal num contexto profissional.
-
programar software de código-fonte aberto
Programar e produzir software de código-fonte aberto. Conhecer os principais modelos de código-fonte aberto, regimes de licenciamento e práticas de codificação comummente adotadas na produção de software de código-fonte aberto.
-
falar várias línguas
Dominar línguas estrangeiras para poder comunicar numa ou mais línguas estrangeiras.
-
avaliar atividades de investigação
Avaliar os progressos, o impacto e os resultados de outros investigadores.
DNA de habilidade
Traços de personalidade de trabalho e valores que definem esta função
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Path to become a Criminólogo/Criminóloga
What it typically takes to qualify: education level, where it is a regulated profession, and where to study.
Licenciatura ou equivalente
Real programmes leading to this occupation, by country.
Criminology
Criminology
Criminology
MA CRIMINOLOGY AND CRIMINAL JUSTICE (BLENDED) (PT)
Certificate in Introduction to Criminology and the Irish Justice System
Honours Bachelor of Arts in Criminology
Caminhos de crescimento e funções semelhantes
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OndeCriminólogo/Criminólogase encaixa?
Pontuações de similaridade baseadas na sobreposição de habilidades dos dados da ESCO.
Perguntas frequentes
- Quais são as principais áreas de atuação para um/a Criminólogo/Criminóloga?
- Criminólogos/Criminólogas podem trabalhar em diversas áreas, incluindo órgãos governamentais (polícia, sistema prisional, ministérios públicos), empresas de segurança privada, organizações não governamentais (ONGs) que atuam na área de justiça social, e instituições de pesquisa acadêmica.
- Como as habilidades de liderança e estratégia se aplicam ao trabalho de um/a Criminólogo/Criminóloga?
- Em nível de carreira 5, a liderança e estratégia são cruciais para coordenar equipes de pesquisa, desenvolver planos de prevenção da criminalidade em larga escala e influenciar políticas públicas baseadas em evidências científicas.
- É comum trabalhar como Criminólogo/Criminóloga em consultoria privada?
- Sim, embora a maioria dos/as Criminólogos/Criminólogas trabalhe em regime de emprego, a prática em consultoria privada é também uma opção comum, oferecendo a oportunidade de prestar serviços especializados a clientes individuais ou empresas.
- Criminólogo/Criminóloga — há escassez na Europa?
- Não. Na edição ELA/EURES de 2025 foi comunicado excedente em 10 dos 12 países europeus que avaliaram este grupo profissional: Áustria, Tchéquia, Alemanha, Grécia e mais 6. 2 países comunicaram escassez. Estas avaliações são publicadas por grupo profissional e não por designação de posto.
- Criminólogo/Criminóloga — quanto se ganha nos Estados Unidos?
- 101 690 dólares por ano na mediana, a 2025-05. As medianas estaduais vão de 46 950 a 140 770 dólares. Fonte: US Bureau of Labor Statistics. O valor diz respeito aos Estados Unidos e não é uma projeção para a Europa.