Especialista em ciências da comunicação
Lente de função
Os especialistas em ciências da comunicação estudam os diferentes aspetos do planeamento, da recolha, da criação, da organização, da conservação, da utilização, da avaliação e da troca de informações através de comunicação verbal ou não verbal. Estudam as interações entre grupos, entre indivíduos e dos indivíduos com tecnologias (robôs).
Como Especialista em ciências da comunicação, o seu dia a dia envolve a análise de diversos aspetos da comunicação, desde o planeamento e criação de mensagens até à avaliação do seu impacto. Você investiga as dinâmicas de interação entre indivíduos e grupos, bem como a influência das tecnologias, como robôs, na troca de informações. A sua atuação é orientada para a melhoria contínua dos processos comunicacionais, garantindo que a mensagem certa chegue ao público certo, no momento certo.
- • Analisar e avaliar a eficácia de estratégias de comunicação existentes.
- • Desenvolver e implementar planos de comunicação para atingir objetivos organizacionais.
- • Realizar pesquisas para entender as necessidades e expectativas do público-alvo.
Onde esta profissão tem procura
Escassez e excedente de mão de obra comunicados, por ano. Publicado para grupos profissionais, não para títulos de emprego individuais.
Os números abrangem Especialistas em assuntos jurídicos, sociais, artísticos e culturais — 186 profissões, incluindo esta.
Com escassez: Dinamarca, Itália.
Escassez mais prolongada: Itália, 2 anos.
Selecione um território no mapa para ver os seus números.
Sobre esta fonte›
Fonte: ELA/EURES, escassez e excedente de mão de obra. Os dados são publicados ao nível do grupo profissional e abrangem a Europa. As edições diferem na estrutura do anexo e nos países abrangidos, pelo que uma diferença entre anos nem sempre significa que o mercado de trabalho mudou. Os países a cinzento não foram comunicados, o que não é o mesmo que estar em equilíbrio.
O que significam estas palavras
As quatro coisas apresentadas nesta secção
- Procura comunicada
- Se os empregadores comunicam que precisam de pessoas para esta profissão — uma avaliação publicada por um organismo nacional ou da UE, não uma contagem.
- Para onde caminha
- Em que sentido se prevê que o emprego nesta profissão evolua nos próximos anos, com base numa projeção oficial.
- Vagas
- Aproximadamente quantas vagas surgem — devido ao crescimento e à saída de pessoas da profissão.
- Remuneração típica
- Quanto ganham normalmente as pessoas nesta profissão onde a fonte publica essa informação. Um campo em branco não significa que o trabalho não seja remunerado; significa que ninguém publica esse dado para esse local.
Uma medida é omitida quando ninguém a publica para esse local, em vez de ser apresentada como zero.
Para que lado o mercado pende para si
- A seu favor
- Mais vagas do que candidatos — os empregadores competem por profissionais.
- Equilibrado
- Vagas e candidatos estão praticamente equilibrados.
- Competitivo
- Mais candidatos do que vagas — conte com concorrência.
- Dados contraditórios
- As fontes divergem, ou o mesmo grupo profissional tem falta numa zona e excesso noutra.
Cada fonte conduz a uma destas quatro opções, para que exista um único vocabulário a aprender. O que difere são os dados que estão na sua base, apresentados por baixo de cada veredicto — um rácio medido entre vagas e candidatos a emprego, ou uma avaliação publicada por um organismo nacional.
Como esta profissão se compara com outras no mesmo país
- Forte
- Entre as mais fortes em that country
- Boa
- Mais forte do que a maioria das profissões em that country
- Mista
- Cerca da média em that country
- Fraca
- Mais fraca do que a maioria das profissões em that country
Esta é uma classificação dentro de um país, não uma pontuação que possa ser comparada entre países — os registos utilizados por dois países contabilizam pessoas diferentes, pelo que o mesmo número tem significados diferentes em cada um. É também por isso que uma profissão pode estar entre as mais fortes de um país e ainda assim aparecer como Competitivo: lidera num mercado que, no geral, está muito concorrido.
De onde vêm estes dados
Cada valor é publicado por um instituto nacional de estatística, um serviço público de emprego ou um organismo da UE, e cada cartão indica a fonte e o período abrangido. Alguns locais são contabilizados mensalmente, outros são avaliados uma ou duas vezes por ano, pelo que dois locais no mesmo mapa podem referir-se a momentos diferentes — a data é sempre apresentada.
Nada disto prevê as hipóteses de uma pessoa; descreve um mercado.
Procura comunicada · Remuneração típica · Para onde caminha (Portugal, Espanha, França, Luxemburgo, Suíça, Alemanha)
| Procura comunicada | Remuneração típica | Para onde caminha | |
|---|---|---|---|
| Portugal | Excedente comunicado ELA/EURES 2025 * | — | −6,1% 2023–2035 · Cedefop 2026 * |
| Espanha | Excedente comunicado ELA/EURES 2025 * | — | +11,1% 2023–2035 · Cedefop 2026 * |
| França | Não comunicado | — | +6,9% 2023–2035 · Cedefop 2026 * |
| Luxemburgo | Não comunicado | — | +33,9% 2023–2035 · Cedefop 2026 * |
| Suíça | Escassez comunicada ELA/EURES 2022 * | — | −6,4% 2023–2035 · Cedefop 2026 * |
| Alemanha | Excedente comunicado ELA/EURES 2025 * | — | +6% 2023–2035 · Cedefop 2026 * |
* Publicado para grupos profissionais, não para títulos de emprego individuais.
Você orienta estudantes, clientes ou funcionários? Use estes dados ocupacionais na sua organização.
Perspectiva futura para Especialista em ciências da comunicação
The outlook for Especialista em ciências da comunicação reflects a balanced mix of automation exposure and durable, human-led work.
Como estas pontuações são calculadas?
O Índice de Resiliência (0–100) estima o quão estruturalmente protegida está esta ocupação contra automação e disrupção de IA, com base em análise ao nível de tarefas. Pontuações mais altas significam mais tarefas que dependem de julgamento humano. A Exposição à IA mostra o percentual estimado de horas de tarefas que as capacidades de IA atuais poderiam afetar. São indicadores estruturais derivados do modelo, não previsões sobre segurança no emprego individual.
Como Especialista em ciências da comunicação poderia mudar à medida que a adoção da IA cresce?
É provável que este papel mude gradualmente, com a IA a apoiar tarefas selecionadas em vez de substituir toda a ocupação.
Cenário ilustrativo baseado na automatização de tarefas — não é uma previsão. Os valores são arredondados quanto mais à frente se olha.
É provável que este papel mude gradualmente, com a IA a apoiar tarefas selecionadas em vez de substituir toda a ocupação.
Cenário ilustrativo baseado na automatização de tarefas — não é uma previsão. Os valores são arredondados quanto mais à frente se olha.
Estimativa baseada em modelo. Use-o como um sinal de planejamento, não como uma garantia.
Compare isso com o seu perfil
Como a IA pode mudar esse papel
Interpretação determinística e baseada em modelos dos sinais de papel atuais – não uma garantia de substituição.
O que ainda depende das pessoas
- interagir profissionalmente em contextos de investigação e profissionais
- avaliar atividades de investigação
- gerir direitos de propriedade intelectual
Onde a IA pode se tornar um copiloto
- analisar os comentários de audiências selecionadas
- gerir publicações em acesso aberto
- demonstrar conhecimentos especializados numa determinada disciplina
Tarefas mais expostas à automação
- sintetizar informações
- solicitar financiamento para investigação
- gerir dados de investigação
Sinais vitais e vetores de IA
Vetores de exposição de IA
0-100%Exposição a análise assistida por IA, reconhecimento de padrões e tarefas de modelagem preditiva
Exposição a geração de conteúdo, aumento criativo e ferramentas de grandes modelos de linguagem
Exposição a automação de fluxo de trabalho, software de suporte à decisão e digitalização de processos
Exposição a automação física, robótica e deslocamento de tarefas conduzido por sensores
Detalhes técnicos
O NexFuture v3.0 estima a exposição à automação diretamente a partir dos grupos de competências essenciais da ESCO, ponderada pela massa de competências e calibrada em relação a âncoras de especialistas. As pontuações são estimativas probabilísticas, não garantias. Consulte o White Paper de Metodologia do NexFuture para todos os detalhes.
Mede a exposição à automação. Não mede o salário, a procura nem quantos empregos existem perto de si.
O que as pessoas nesta função geralmente fazem
Marketing e vendas
Um dia típico como Especialista em ciências da comunicação
09 09:00 · Manhã analisar os comentários de audiências selecionadas
10 10:30 · Meio da manhã gerir direitos de propriedade intelectual
12 12:00 · Meio-dia programar software de código-fonte aberto
14 14:00 · Tarde aplicar métodos científicos
15 15:30 · Final de tarde aplicar princípios éticos e de integridade científica nas atividades de investigação
17 17:00 · Conclusão avaliar atividades de investigação
A ordem das tarefas é ilustrativa. Os dias individuais variam.
O que você precisa para fazer este trabalho
As habilidades, os conhecimentos e as ferramentas exigidos por esta função — e os traços e benefícios que vêm com ela.
-
gerir dados acessíveis e fáceis de encontrar, interoperáveis e reutilizáveis
Produzir, descrever, armazenar, preservar e (re)utilizar dados científicos baseados nos princípios FAIR (fáceis de encontrar, acessíveis, interoperáveis e reutilizáveis), tornando os dados tão abertos quanto possível e tão fechados quanto necessário.
-
realizar investigações científicas
Participar na conceção ou na geração de novos conhecimentos, formulando perguntas, investigando, aperfeiçoando ou desenvolvendo conceitos, teorias, modelos, técnicas, instrumentação, software ou métodos operacionais, e utilizando técnicas e métodos científicos.
-
aplicar métodos científicos
Aplicar métodos e técnicas científicos para investigar fenómenos, adquirindo novos conhecimentos ou corrigindo e integrando conhecimentos anteriores.
-
realizar investigação quantitativa
Realizar uma investigação empírica sistemática de fenómenos observáveis através de técnicas estatísticas, matemáticas ou informáticas.
-
aplicar princípios éticos e de integridade científica nas atividades de investigação
Aplicar a legislação e os princípios éticos fundamentais à investigação científica, incluindo questões de integridade da investigação. Realizar investigação e rever ou comunicar os seus resultados evitando condutas incorretas, tais como a fabricação de factos, a falsificação e o plágio.
-
promover a inovação aberta na investigação
Promover colaborações integradas em que as diferentes partes interessadas geram, em conjunto, inovações de valor partilhado.
-
integrar a dimensão do género na investigação
Ter em conta, em todo o processo de investigação, as características biológicas e a evolução das características sociais e culturais das mulheres e dos homens (género).
-
realizar atividades de investigação em várias disciplinas
Realizar atividades de investigação que cruzam as fronteiras disciplinares e funcionais.
-
realizar investigação qualitativa
Recolher informações pertinentes através da aplicação de métodos sistemáticos, tais como entrevistas, grupos de reflexão, análises de texto, observações e estudos de casos.
-
promover a participação do público na investigação
Colaborar com o público na conceção e na realização de atividades de investigação e na difusão dos seus resultados.
-
redigir textos científicos ou académicos e documentação técnica
Redigir e editar textos científicos, académicos ou técnicos sobre diferentes matérias.
-
divulgar os resultados à comunidade científica
Divulgar publicamente os resultados científicos por qualquer meio adequado, incluindo conferências, workshops, colóquios e publicações científicas.
-
publicar investigações académicas
Realizar investigação académica, numa universidade, num estabelecimento de ensino superior ou por conta própria, no seu domínio de especialização e publicá-la em livros ou revistas académicas, com o objetivo de contribuir para a sua área de intervenção e obter acreditação académica pessoal.
-
redigir publicações científicas
Apresentar a hipótese, resultados e conclusões da sua investigação científica no seu domínio de competências numa publicação profissional.
-
gerir dados de investigação
Produzir e analisar dados científicos recolhidos a partir de métodos de investigação qualitativos e quantitativos. Armazenar e guardar os dados em bases de dados de investigação. Favorecer a reutilização de dados científicos e conhecer os princípios de gestão de dados abertos.
-
utilizar técnicas de processamento de dados
Recolher, tratar e analisar dados e informações pertinentes, armazenar e atualizar adequadamente os dados e representar os valores e dados através de gráficos e diagramas estatísticos.
-
interagir profissionalmente em contextos de investigação e profissionais
Demonstrar respeito e consideração por terceiros. Escutar, dar e receber feedback e responder aos outros num espírito de compreensão, passando também pela supervisão e pela liderança do pessoal num contexto profissional.
-
programar software de código-fonte aberto
Programar e produzir software de código-fonte aberto. Conhecer os principais modelos de código-fonte aberto, regimes de licenciamento e práticas de codificação comummente adotadas na produção de software de código-fonte aberto.
-
falar várias línguas
Dominar línguas estrangeiras para poder comunicar numa ou mais línguas estrangeiras.
-
avaliar atividades de investigação
Avaliar os progressos, o impacto e os resultados de outros investigadores.
-
desenvolver estratégias de comunicação
Gerir ou contribuir para a conceção e execução de planos de comunicação interna e externa de uma organização e a sua apresentação, incluindo a sua presença em linha.
-
demonstrar conhecimentos especializados numa determinada disciplina
Demonstrar conhecimentos profundos e uma compreensão complexa de um domínio de investigação específico, incluindo em termos de investigação responsável, ética da investigação e princípios de integridade científica, privacidade e requisitos do RGPD, em relação com atividades de investigação no âmbito de uma disciplina específica.
antropologia
Estudo do desenvolvimento e do comportamento dos seres humanos.
- comunicação
- comunicação social
- estudos de comunicação
- literatura científica
- metodologia da investigação científica
- tipos de meios de comunicação
- análise das redes sociais
- direito da comunicação social
- estratégia de marketing de conteúdos
- jornalismo
- sociologia
Especialista em ciências da comunicação: como se qualificar e onde estudar
O que normalmente é necessário para se qualificar: nível de escolaridade, onde é uma profissão regulamentada e onde estudar.
Licenciatura ou equivalente
911 programas em 30 países ensinam as competências essenciais desta profissão. Além disso, há 213 cursos curtos, cada um desenvolvendo uma única competência.
Alguns exemplos, ensinados no idioma desta página:
Estes são 6 de 1.124.
Fontes
- 1. Source: Direção-Geral do Ensino Superior (dges.gov.pt).
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Onde Especialista em ciências da comunicação se encaixa?
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Para organizações
Os dados desta página a serviço de seus alunos, clientes e funcionários.
Perguntas frequentes
Quais são os principais desafios enfrentados por um Especialista em ciências da comunicação?
Como as habilidades de análise de dados são importantes nesta função?
Quais são os setores que mais procuram Especialistas em ciências da comunicação?
Especialista Em Ciências Da Comunicação — há escassez na Europa?
Especialista Em Ciências Da Comunicação — quanto se ganha nos Estados Unidos?
Fontes: ESCO O*NET ELA/EURES Cedefop BLS Dados atualizados em 3 de outubro de 2026 Sobre nossos dados